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Crônica Empresarial 02/02/2012

A missão que nos propomos a cumprir, nos propicia a gratificante possibilidade de, observando as mais diversas experiências de vida de nossos clientes, aprender um pouco mais sobre a existência.

E inexorável rio da vida, aquele onde jamais nos banharemos duas vezes nas mesmas águas, segue seu curso, por vezes dócil, por vezes, revoltoso.

A perenidade da vida apresenta-se sem véu.

Arrogante e objetiva.

E assim vamos caminhando.

As experiências que vivemos e que vivenciamos em nossos clientes geram os exemplos, e estes são, por fim, o legado mais valioso.

Nada restará quando enfim chegar o dia do acerto de contas.

Nossas divisas e feitos um dia virarão pó, que o vento se encarregará de espalhar.

Nosso legado então se encontrará nos exemplos que deixarmos.

Exemplos que poderão ser seguidos e comentados, expondo a todos aqueles quem fomos ou deixamos de ser.

Pouco importará a luta que lutamos, as batalhas que vencemos ou perdemos, mas sim como fizemos.

O “como” é a chave para sermos exemplos.

E, cada dia que passa, a cada cliente novo atendido, somos confrontados com esta realidade.

Este “como” está sempre em pauta, e os bons e maus exemplos são sempre em decorrência dele.

Hoje, nos despedimos de um bom exemplo.

Único a sua maneira.

Obrigado pelo exemplo.

E segue o rio.

Marcus Maida

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Crônica Empresarial 27/09/11

Todos sabem da importância de se manter um clima saudável e harmonioso em uma empresa, contudo poucos empresários se dão conta de quão nefasto é o mal causado pela ausência deste clima.
É muito comum em pequenas e médias empresas, que a cobrança pela execução de tarefas ou sobre as metas seja diretamente feita pelo empresário, dono do negócio.
Pois bem, esta semana vivenciei os extremos do tato e a falta dele em duas empresas distintas.
Enquanto um empresário cria um clima de competição entre os membros de sua equipe e leva-os aos limites do estresse com cobranças e exigências ao longo do dia, outro promove um pequeno show de mágica, para entreter os seus colaboradores antes do almoço. Neste caso, o show foi executado por um colaborador.
O interessante nisso não é apenas a comparação dos climas empresariais, mas principalmente a constatação do engrandecimento do espírito colaborativo e o favorecimento da promoção criativa da resolução de conflitos, por parte da equipe menos tensa.
Ora, o que estou descrevendo não é a reinvenção da roda, mas tal passagem me lembrou um antigo adágio popular a pouco ouvido: “tem gente que não é gente”.
Isso eu ouvi de relance da senhora do café que passou pela sala logo após o dono da empresa deixá-la, altivo e sorridente, depois de um discurso sobre crescimento, objetivos e metas.
Fato é que existem diversos meios de se manter uma equipe focada e motivada, mas porque a insistência em não investir nisso? Vai ver que a senhora do café tem razão…

Enviado via HM Pocket Office

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